Mostrar mensagens com a etiqueta Kaisa Jouhki. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Kaisa Jouhki. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

REVIEW - Battlelore – The Last Alliance [2008]

Tracklist:
1 - Third Immortal
2 - Exile The Daystar
3 - The Great Gathering
4 - Guardians
5 - The Voice Of The Fallen
6 - Daughter Of The Sun
7 - Green Dragon
8 - Awakening
9 - Epic Dreams
10 - Moontower
11 - The Star Of High Hope


E, finalmente, chegamos ao fim da nossa jornada através da discografia dos Battlelore, com o seu mais recente lançamento, intitulado The Last Alliance. Após um mês inteiramente dedicado à banda e, sobretudo, às duas Senhoras do Metal que a compõem, nada do que eu possa escrever nesta última review vai ser uma novidade para os nossos leitores… bem, quase nada, porque após um lançamento tão atípico como o Evernight [2007], estes finlandeses ainda conseguem surpreender-nos.

E, desta vez, a questão que se impõe é: volvidos quase dez anos de carreira, e cinco trabalhos de estúdio, o que é que os Battlelore nos trazem de novo? Resposta: nada… ou quase nada. Em The Last Alliance o colectivo limitou-se a adaptar as mesmas fórmulas que utilizou em trabalhos anteriores: os contrastes vocais, os teclados proeminentes, influências folk. Boas/Más (riscar uma das opções) notícias: depois de um Evernight a negro e cinzento, os Battlelore estão mais épicos do que nunca. Boas notícias (e estas são realmente boas): maior variação rítmica, vocalizações mais diversificadas com a inclusão de algumas vozes limpas. E as (inevitáveis) más notícias: as guitarras voltaram a ocupar o seu lugar no background. Teclados ao poder!... pelo menos na maioria das faixas porque – eu avisei que havia surpresas! – temos algumas felizes excepções.

Third Immortal é um bom tema de abertura, que remete para os tempos de Third Age of the Sun [2005], com os teclados e a voz de Kaisa a comandar, e um refrão catchy. Por outro lado, Exile the Daystar revisita a melancolia de Evernight, com Kaisa a recuperar o seu tom mais suave e expressivo. É aqui que as vocalizações limpas fazem a sua primeira de muitas aparições. Após esta visita ao passado, seguem-se dois temas de peso na verdadeira acepção da palavra: The Great Gathering e Guardians são, talvez, as composições mais pesadas e intensas da discografia recente dos Battlelore. Tomi assume o comando em ambas as faixas, com Kaisa limitada aos refrões e a alguns apontamentos vocais. As guitarras são poderosas com riffs eficazes, e a intensidade alcança as proporções do… pedal duplo. Eu não disse que os Battlelore ainda eram, apesar de tudo, capazes de nos surpreender?

Um dos grandes temas, que merece o seu devido destaque, é Daughter of the Sun, no qual os Battlelore têm um daqueles rasgos de genialidade que me fazem ter esperança no futuro deste colectivo. Começa como uma balada e vai-se desenvolvendo num crescendo, até Kaisa ceder lugar aos guturais de Tomi, os teclados às guitarras rasgadas. Momentos de calmaria intercalam-se com outros tempestuosos, vozes masculinas limpas, femininas e guturais entrelaçam-se, teclados e guitarras lutam pela supremacia, até ao clímax final.

Após este grande momento, os Battlelore voltam a repetir-se até à exaustão e, a partir daqui, ficamos com aquela sensação um tanto amarga de “já ouvimos isto antes, não ouvimos?”. Uma vez mais, é preciso frisar: estes senhores e senhoras são bons naquilo que fazem, mas estão a reutilizar as fórmulas dos seus nove anos de carreira.

Felizmente, brindam-nos com outro grande momento na última faixa, The Star of High Hope que, tal como Exile of Daystar, revisita os tempos de Evernight. Voltamos a ter o prazer de escutar a flauta de Maria e algumas passagens acústicas, no tema mais atmosférico do álbum.

Os Battlelore são uma banda com potencial, mas parece que existe uma barreira que os impede de ascender a uma patamar criativo superior. Embora sejam talentosos – como eu tenho vindo a enfatizar ao longo desta ronda de reviews – estão presos a receitas gastas e a uma certa mediocridade, como se temessem atingir todo o seu potencial. Creio que neste momento da sua carreira se encontram numa encruzilhada: ou continuam a reciclar ideias do passado e se perdem entre as centenas de bandas do mesmo estilo, ou arriscam um álbum surpreendente, como fizeram em Evernight. Porque este The Last Alliance é – apesar de alguns momentos de brilhantismo – mais do mesmo.

Destaques: The Third Immortal, Exile the Daystar, The Great Gathering, Daughter of the Sun, The Star of High Hope


Cláudia Rocha, Lua Crescente


15.3 valores em 20

Line-up: Kaisa Jouhki (voz), Maria (teclados e flauta), Henri Vahvanen (bateria), Jussi Rautio (guitarra), Jyri Vahvanen (guitarra), Timo Honkanen (baixo), Tomi Mykkänen (voz)

Site Oficial
Myspace

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

REVIEW - Battlelore - Evernight [2007]

Trackilist:
1. House Of Heroes
2. Ocean's Elysium
3. Summon The Wolves
4. We Are The Legions
5. Into The New World
6. Longing Horizon
7. Mask Of Flies
8. The Cloak And The Dagger
9. Beneath The Waves
10. Doom And Oblivion
11. The Tale Of The Downfall


A questão que se impunha aquando do lançamento de Evernight, no início de 2007, era: o que aconteceu aos Battlelore? Os admiradores da banda, que apreciavam a faceta mais folky e descontraída, quase festiva, da banda finlandesa, sentiram-se, muito provavelmente, desapontados com este quarto trabalho de estúdio. Não fossem a voz de Kaisa e o tema tolkieniano, a sonoridade da banda estaria praticamente irreconhecível. A artwork lança o mote: uma paisagem desprovida de cor, barcos que partem… E o título – Evernight – só vem reforçar o sentimento de tristeza que perpassa todo o álbum – não uma tristeza opressiva, mas a de melâncolia expressa na saudade por algo perdido.

No que respeita a alterações objectivas em relação aos trabalhos anteriores, desta vez as guitarras têm todo o destaque que merecem – porque eu, e provavelmente outros ouvintes, já se andavam a questionar sobre o porquê do colectivo ter dois guitarristas quando as guitarras não eram o instrumento com maior destaque. Mas os Battlelore redimem-se e encontram um novo equilíbrio, não só instrumental, mas também a nível vocal. Ao longo de 11 faixas (duas das quais bónus), somos presenteados com guitarras fortes que, ao contrário do álbum anterior, Third Age of the Sun (TAOTS), não estão apenas a criar a tal muralha de som que suporta as vozes e teclados – não, desta vez as guitarras brilham por mérito próprio. Os cânticos do teclado, que caracterizam o som dos Battlelore, continuam omnipresentes, sempre sóbrios e perfeitamente integrados com os restantes instrumentos. E até a bateria consegue soar mais interessante.

Sobre este instrumental coeso, erguem-se as vozes de Kaisa e Tomi. Outra diferença em relação a TAOTS é um maior equilíbrio entre a voz feminina e masculina, sendo que a Tomi é dado mais espaço para demonstrar o seu talento. E embora os seus grunts não sejam do melhor que já escutei, estão adequados à música e garantem um bom contraste com a voz etérea de Kaisa que, neste álbum, tem uma grande prestação. Se em TAOTS soava alegre como uma hobbit, desta vez canta com a suavidade e tristeza de uma donzela elfa.

Os Battlelore não são o tipo de banda que aposta em grandes mudanças de ritmo, pelo que todas as faixas são mid-tempo. As influências folk estão bastante presentes, mas este é, sobretudo, um (bom) trabalho de gothic metal que – imagine-se – até conta com alguns apontamentos doom metal. Mas já lá vamos.

House of Heroes é uma boa representante do que vamos escutar em Evernight. Apesar da força da guitarra e dos guturais de Tomi, tem uma qualidade etérea que se deve sobretudo a Kaisa, cuja voz se ergue numa elegia. Este tema encarna perfeitamente o sentimento de perda que está presente em todo o álbum.

Ocean´s Elysium constrói-se a partir do contraste entre as duas vozes, e do duelo entre guitarras e teclados, que têm destaque em momento diferentes. Summon the Wolves utiliza a mesma base, embora seja um pouco mais agressiva, com mais ênfase nas guitarras.

Grande destaque para We Are the Legions, um dos grandes temas de Evernight. Riffs mais trabalhados do que é usual nos Battlelore, uma bateria forte e um imponente Tomi a soar como um deus da guerra, enquanto a voz hipnótica de Kaisa parece estar a lançar-nos um feitiço. Os teclados de Maria não podiam faltar para completar esta atmosfera.

Into the New World foi, para mim, uma surpresa que se deveu ao fabuloso riff de abertura. É puro doom metal! Vejamos… já ouvi um riff parecido: num álbum dos My Dying Bride! É o tipo de coisa que jamais esperaria ouvir numa banda como os Battlelore e, só pela ousadia, já merecem uma vénia. O resto do tema não fica aquém da sua introdução majestosa, sendo que o grande enfoque é, mais uma vez, a voz de Kaisa. E até temos direito a um solo de guitarra tímido a meio da faixa.

Longing Horizon é o tema mais atmosférico deste Evernight. Começa suave, com guitarras acústicas e percussão, e vai crescendo em intensidade, com um pequeno apontamento de Tomi. Culmina com um lamento de Kaisa (“How much longer/ I can smother the pain? How much longer/Untill my flame fails?") cantado com tanta convicção, que a sua angústia soa genuína.

Mask of Flies é mais um duelo vocal entre a força suave de Kaisa e a agressividade de Tomi. Destaque para o pequeno momento doom (!) das guitarras a meio da faixa. É rápido, e mal se dá por ele, mas está lá. Já em the Cloak and the Dagger voltamos a ouvir a flauta de Maria que dá mais um toque folk a este tema que, de resto, segue a mesma fórmula dos anteriores.

Finalmente, chegamos a Beneath the Waves que é, na minha humilde opinião, a melhor criação dos Battlelore até ao momento, e prova que embora este colectivo não esteja a fazer nada que já não tenha sido feito antes, são talentosos e perfeitamente capazes de compor temas complexos. Beneath the Waves também funciona como uma espécie de síntese da sonoridade dos Battlelore neste álbum: guitarras poderosas, os berros imponentes de Tomi, momentos acústicos, belas ambiências criadas pelos teclados e pela voz de Kaisa. O tema começa com força, com as guitarras a imporem-se e a bateria um pouco mais rápida do que o habitual, para depois se transformar numa balada folk entoada pela voz triste e encantadora da vocalista feminina.

Doom and Oblivion é a primeira faixa bónus que, como o título deixa entrever, tem influências doom, com guitarras arrastadas, intercaladas com momentos mais up-tempo, e um ambiente opressivo, a voz de Kaisa etérea como se não estivesse realmente lá, como um eco de um sonho. Embora seja um tema curto, com poucos mais de três minutos, é uma boa faixa bónus.

Finalmente, The Tale of the Downfall é um belo instrumental, onde brilham os teclados e, sobretudo, a flauta de Maria, que soa como um lamento, com o som das ondas como pano de fundo. Fazendo lembrar ambiências da música celta, fecha este Evernight com chave de ouro.

Sendo uma banda que é acusada pelos críticos de usar constantemente a mesma fórmula, Evernight pode ser considerado, neste contexto, um álbum experimental, onde o colectivo demonstra talento e maturidade. O único senão é que é a escassez de momentos catchy e de variações de ritmo o que, num primeiro contacto, pode dificultar a vida ao ouvinte – e ao crítico – que quer manter a atenção focada na música. Não é, como tal, um álbum imediato, de consumo rápido... sobretudo para aqueles que seguem os Battlelore desde o ínicio. No entanto, a princípio estranha-se depois entranha-se, e é sem dúvida, um rasgo de criatividade na carreira destes finlandeses.

Destaques: House of Heroes, We Are The Legions, Into the New World, Longing Horizon, Beneath the Waves

15,8 valores em 20


Cláudia Rocha, Lua Crescente

Line-up: Kaisa Jouhki (voz), Maria (teclados e flauta), Henri Vahvanen (bateria), Jussi Rautio (guitarra), Jyri Vahvanen (guitarra), Timo Honkanen (baixo), Tomi Mykkänen (voz)

Site Oficial
Myspace

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

REVIEW - Battlelore – The Third Age of the Sun [2005]

Tracklist:
1. Usvainen Rhûn
2. Storm of the Blades
3. Ghân of the Woods

4. Gwaith-i-Mírdain
5. Trollshaws

6. Elves of Lúva
7. Valier – Queens of the Valar
8. Thousand Caves
9. Cloaked in Her Unlight
10. Of Orcs and Elves
11. Touch of Green and Gold
12. Pallando – Forgotten Wizards I
13. Gollum’s Cry



A obra de J.R.R. Tolkien é uma fonte inesgotável de inspiração para artistas das mais diversas áreas, desde a literatura à ilustração, passando sobretudo pela música. Mas foi o metal de contornos mais épicos que abraçou o mundo fantástico de Tolkien e o incorporou tanto no conteúdo lírico, como na própria estética das bandas.

O power metal e o folk metal têm sido os subgéneros mais dedicados a este imaginário, que não raramente é encarnado por homens e mulheres adultos vestidos como se fossem actores de uma versão B do filme “O Senhor dos Anéis”. No entanto, goste-se ou não, as espadas e orelhas pontiagudas fazem parte deste nicho musical e ajudam a criar um certo ambiente e, apesar do aparato, alguns membros destas bandas são estudiosos da obra de Tolkien, o que é evidente nas letras que escrevem para os temas.

É o caso dos Battlelore. Em palco e nas fotografias encarnam elfos e orcs; porém, as temáticas que abordam nas suas letras concentram-se especialmente no “Silmarillion” e nos “Contos Inacabados de Númenor e da Terra Média” o que prova que, tal como eu, são verdadeiros apreciadores de Tolkien.

No entanto, ao contrário da maioria destas bandas, os Battlelore não caminham pelo reinos do power metal. A sonoridade deste colectivo está mais próxima do gothic metal com alguns elementos folk. E embora seja possível encontrar alguns momentos épicos, este Third Age of the Sun, o seu terceiro longa duração, não é um álbum bombástico.

O que estes finlandeses vestidos de elfos e de orcs nos propõem é uma sonoridade descontraída e alegre, sem grandes experimentalismos, refrões catchy, teclados elegantes e alguns riffs interessantes. Contudo, embora não primem pela originalidade, os Battlelore encontraram o seu nicho e desenvolveram uma sonoridade própria que é quase impossível de confundir com uma qualquer outra banda.

Um dos elementos que melhor define a música dos Battlelore é a voz da Kaisa Jouhki. Esta senhora élfica não tem uma voz poderosa, mas o seu timbre doce e melancólico cria um contraste com o instrumental alegre e, sobretudo, com os guturais de Tomi, que se estreou neste álbum. E é Kaisa quem realmente tem a oportunidade de brilhar, visto que as responsabilidades vocais recaíram sobretudo sobre ela. O outro destaque vai para os teclados de Maria. É de esperar que uma sonoridade que procura evocar cenários fantásticos use e abuse dos teclados, porém a maioria das bandas não sabe utilizá-los de forma equilibrada: ou estão inaudíveis ou obliteram os restantes instrumentos na sua tentativa infrutífera de sintetizar uma orquestra de forma convincente. No caso dos Battlelore, não obstante a omnipresença dos teclados, estes nunca soam ridículos ou lamechas, mas perfeitamente adequados ao tipo de ambiência com a qual a banda pretende envolver o ouvinte. As flautas esporádicas acrescentam um toque especial às melodias, mas, infelizmente, as guitarras e o baixo limitam-se a criar uma muralha de som coesa que suporta os restantes elementos, o que é feito com muita competência, mas sente-se aqui a falta de momentos de brilho individual. A bateria é também algo monótona.

Ainda assim, The Third Age of the Sun é, sobretudo, um registo equilibrado. As faixas encontram-se mais ou menos ao mesmo nível, sem que nenhuma seja espectacular, mas criando um todo muito agradável. É o tipo de sonoridade descomprometida que escutamos de manhã, a caminho do trabalho; o tipo de álbum que nos ajuda a iniciar o dia com boa-disposição. Ainda assim, alguns temas merecem destaque.

Usvainen Rhûn é uma excelente intro, com uma voz feminina a recitar um poema em quenya, que dá lugar à explosão de Storm of the Blades, a malha mais épica do álbum, com um dos melhores refrões e um dos poucos momentos em que os guturais de Tomi se impõem. Uma curiosidade: os vocais rasgados que se escutam na ponte são de Kaisa, que soa completamente irreconhecível. Ghan of the Woods e Gwaith-i-Mírdain têm uma toada mais folk, repletas de flautas e teclados, enquanto a sinistra Trollshaws conta com um excelente duelo vocal entre Kaisa e Tomi.

É neste álbum que encontramos a primeira, e até agora única, balada da história dos Battlelore. Elves of Lúva é inteiramente cantado por Kaisa e é, sem dúvida, um dos momentos altos do álbum. No entanto, a minha favorita é a extremamente catchy Valier – Queen of the Valar, na qual os finlandeses mostram do que são feitos: teclados maravilhosos, um refrão que não sai da cabeça, uma excelente prestação vocal de Kaisa e uma letra que denota o amor que a banda dedica à obra de Tolkien.

A partir daqui, o álbum perde um pouco da sua força inicial e falha em manter a atenção do ouvinte, embora não encontremos uma única má faixa. Bem... mais ou menos. Teria sido preferível que tivessem excluído aquela tentativa falhada de imitar a personagem Gollum de Tolkien, o que fazem em “Gollum’s Cry”. Não compreendo muito bem o que estavam a tentar alcançar, mas seja o que for não resultou.

No entanto, os Battlelore são uma banda talentosa que, em 2005, apresentou um bom álbum. Não se trata de um trabalho marcante ou original, mas tem todo o mérito naquilo a que se propôs. Recostem-se no banco do autocarro, ignorem o trânsito, esqueçam o chefe e deixem-se transportar para a Terra Média com este The Third Age of The Sun.



15 valores em 20


Cláudia Rocha, Lua Crescente


Line-up: Kaisa Jouhki (voz), Maria (teclados e flauta), Henri Vahvanen (bateria), Jussi Rautio (guitarra), Jyri Vahvanen (guitarra), Timo Honkanen (baixo), Tomi Mykkänen (voz)


Site Oficial
Myspace





Battlelore - Live in Travastia


War of Wrath / Mark of the Bear




Sons of Riddermark



quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Senhoras do Metal Novembro - Kaisa Jouhki e Maria dos Battlelore

Novembro não será o mês de uma, mas de duas Senhoras do Metal. Elas são a teclista e a vocalista dos Battlelore, banda que actuará no Porto no próximo dia 23.

A sonoridade deste colectivo finlandês pode ser descrita como gothic/folk metal com elementos épicos, que contrastam com momentos mais atmosféricos, onde os teclados e flautas desempenham um papel preponderante. As responsabilidades vocais são divididas entre vocalizações masculinas agressivas e a voz uma voz feminina etérea.

Ao longo dos seus cinco álbuns de longa duração, o Battlelore têm criado uma paisagem musical inspirada no rico imaginário de Tolkien. Assim, mergulhem connosco neste mundo fantástico, repleto de elfos, orcs, batalhas grandiosas e amores impossíveis, embalados por estas duas senhoras élficas.

Apresentamos Maria (teclado/flauta) e Kaisa Jouhki (voz)!